SOS CRIANÇA - LUTA CONTRA A PEDOFILIA FRASE DA SEMANA A Internet hoje se configura como uma das maiores portas de comunicação entre os abusadores. Eles a utilizam não só para estarem em rede trocando informações, como também para se aproximar de suas vitimas

domingo, 17 de abril de 2011

O Desenvolvimento do Apego Psicológico na Criança - Sumario

O Desenvolvimento do Apego Psicológico na Criança
Matéria de Pós Graduação ministrada pela Professora Maria Madalena Borjes Araújo. Sumario:

  1. Introdução

  2. O Desenvolvimento do Apego na Criança (0 a 12 meses)

  3. Funcionamento do sistema de apego

  4. Padrões de Apego; 4.1 Apego Seguro; 4.2 Apego Ansioso Ambivalente; 4.3 Apego Ansioso Evitador

  5. Persistência e influência dos modelos (1 a 3 anos)

  6. Desenvolvimento das habilidades de relacionamento (a partir de 4 anos)

  7. Crianças em idade Pré-escolar (5 a 6 anos)

  8. Crianças em idade Escolar – Relacionamento com professores

  9. Relacionamento com Pais (em torno de 6 anos)

  10. A Internalização de Modelos

  11. A intervenção na relação Pais-Bebê

  12. Configurações do Apego Complexo de Édipo

Boa Leitura!


Abner Morilha



O Estudo será dividido em 12 partes. Boa Leitura! Abner Morilha

sábado, 9 de abril de 2011

Alguns Pontos Importantes sobre Aconselhamento Parte 2












Ao receber instruções sobre o que devem fazer, o aconselhando pode confundir a opinião do conselheiro com a opinião de Deus e sentem-se culpados e incompetentes se não conseguem seguir as instruções do conselheiro.


Este tipo de abordagem emperra o amadurecimento espiritual e emocional do aconselhando e gera um nível elevado de dependência. O excesso de envolvimento pode fazer com que o conselheiro perca a objetividade e isto, por sua vez reduz a eficácia do aconselhamento.

Muitas vezes no aconselhamento a clareza dos papeis e das responsabilidades muitas vezes não são distinguidas e esta falta de clareza pode tornar o processo do aconselhamento ineficaz.

É importante que se faça uma avaliação periódica por parte do aconselhador no atendimento realizado. É possível e importante que mantenhamo-nos alerta quanto a possíveis problemas em nosso processo de aconselhamento desta forma proponho as seguintes perguntas:

Por que acho que esta é a melhor ou pior pessoa que já aconselhei?
Por que motivo eu ou o aconselhando sempre nos atrasamos para a sessão?
Existe uma razão para que eu ou o aconselhando, queiramos mais (ou menos) tempo de sessão
do que o combinado? Será que eu tenho uma reação exagerada toda as vezes que esta pessoa diz alguma coisa? Eu fico entediado quando estou com esta pessoa? Isso acontece por causa dela, por minha causa ou por ambos?
Por que eu sempre discordo ou concordo com essa pessoa?

Eu sinto vontade de encerrar este relacionamento, ou de mantê-lo, mesmo sabendo que deveria acabar?

Estou começando a sentir muita simpatia pelo aconselhando?

Eu penso frequentemente nessa pessoa, tenho fantasias com ela, ou demonstro um interesse anormal por ela ou pelo seus problemas?
Se a resposta for afirmativa, por que isso acontece? Estas perguntas podem ajudar-nos a enxergar nossas verdadeiras intenções ou aquilo que nos impulsiona a estar em um processo de ajuda.
Para que o a relação de ajuda se estabeleça com competência é importante que o conselheiro seja: a) Uma pessoa disponível;
b) Competência envolvida – Disposição para ouvir;

c) Escuta com qualidade;

d) Acolhimento – Humanidade;

e) Uma pessoa que transmita simpatia e aceitação;

f) Uma pessoa de quem se goste – Afetivo.

g) Que não se embaraça com afetividade;

h) Colocar uma distancia. Traçar um limite e ficar atento a este limite;

i) Não fazer jogos de sedução;


Abraços,


Abner Morilha Psicológo e Conselheiro


Referência Bibliográfica: COLLINS, Gary R. Aconselhamento Cristão. Edição Século 21. São Paulo: Vida Nova, 2004. p.30 -34.

domingo, 3 de abril de 2011

Alguns Pontos Importantes sobre Aconselhamento Parte 1




       Fronteiras entre
       Aconselhamento e Psicoterapia:








A não distinção entre a atuação do conselheiro e a do psicólogo na maioria das vezes não fica muita clara. Portanto, não raras vezes há um intercruzamento nestas competências e algumas indisposições podem surgir neste encontro.

Por isso, é importante tentar traçar uma linha que apesar de tênue pode dar algumas fundamentações para o trabalho do conselheiro.

No processo da relação o conselheiro de deve atentar-se para algumas questões importantes:

a) Precipitação versus cautela: Um conselheiro não deve ficar perdendo tempo, entretanto não deve apressar o processo de cura.

b) Preconceito versus imparcialidade: Momentos de confronto devem fazer  parte do atendimento. O aconselhando precisa ser confrontado por causa do pecado ou comportamento inadequado.

c) O Envolvimento emocional em vez de objetividade: Fronteira tênue entre o carinho e se tornar tão envolvido a ponto de não poder prestar ajuda alguma.

d) Dar ordens em vez de explicar: Talvez o desejo inconsciente do conselheiro seja querer dominar e exercer controle.

e) Artificial em vez de Autentico: Não necessitamos ser perfeitos e o fardo de cometer erros e ter sempre o conhecimento e a habilidade necessária para resolver qualquer problema, não precisa fazer parte do nosso repertorio.

O conselheiro deve estar atento a sua vulnerabilidade.

Alguns aconselhados têm o desejo consciente ou inconsciente de manipular, frustrar ou não cooperar e os mecanismos mais utilizados para frustrar um conselheiro e aumentar a sua vulnerabilidade são:

a) Manipulação;
b) Contratransferência;
c) Resistência.

Outro fator importante é que grande parte do sucesso de um conselheiro reside em prestar atenção em silêncio e refletir naquilo que o aconselhando está dizendo.

Deve-se respeitar o timing do aconselhando, pois quando o conselheiro tenta avançar muito em uma sessão, o aconselhando se sente esmagado e, muitas vezes, fica confuso. Ele só consegue absorver uma ou duas noções principais por sessão, por isso, o aconselhamento deve ser ritmado e sem atropelos.

Quando não há este respeito ao tempo interno do cliente, o aconselhando quando se sente atacado ou ameaçado poderá reagir de 3 formas:

1) Defender-se geralmente com agressividade
2) Resegnar-se
3) Continuar com o conselheiro temporariamente, de má vontade.

Espero que esta pequena reflexão possa contribuir em suas relações.

Abraços,

Abner Morilha
Psicológo e Conselheiro


Referência Bibliográfica:
COLLINS, Gary R. Aconselhamento Cristão. Edição Século 21. São Paulo: Vida Nova, 2004. p.30 -34.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Curso de Capacitação em Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual Infanto-Juvenil

Objetivos:
  • Capacitação em Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual Infanto-Juvenil
  • Formas de intervenção

 Destina-se a:
  • Interessados na Prevenção e no Enfrentamento do Abuso Sexual Infanto-Juvenil
  • Profissionais que trabalham diretamente com criança e adolescentes
  • Profissionais da área da saúde em geral, psicólogos, serviço social, atendimento hospitalar e ambulatorial, educadores, lideres religiosos, organizadores de ONGS e OSCIPS

 Próximo Treinamento:
 
10 de Julho de 2010

Das 9:00 às 17:00

Rua Mônica Maria Hubacher Smith, 45

Campesina – Osasco
Próximo ao Terminal da Vila Yara

  
Valor do Investimento:

 
R$ 85,00
 

 


Mais Informaçôes:

Abner Morilha
(011) 9123-1776
pr.abner@ministerio-renovo.org

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